A Primavera está a chegar...

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sexta-feira, 7 de março de 2014

Perambulando em Santa Cruz

A tarde estava magnífica… E tinha 2 horitas para passar… Fui até Santa Cruz… E por ai estive, a perambularPiscar de olho

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O mar como prata brilhava e o penedo do Guincho na sua vertente oeste uma população de corvos marinhos albergava…

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Observando o mar, secando as suas asas ao vento, ou comunicando num grasnar constante, os cormorões parecem também eles, estar a aproveitar o solinho de Inverno que esta tarde se deixou ver…

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Na Praia da Formosa observo uma fortaleza natural, onde a bandeira nacional esvoaça ao sabor da brisa, enquanto belas florzinhas de cor rosa parecem espreguiçar-se ao sol…

 

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As falésias, a sul, ficam douradas, reflectindo o sol…

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E no Penedo do Guincho os corvos continuam tranquilamente a apreciar este fim de tarde…

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O sol vai baixando e o tempo passando… E eis que chega a hora de regressar… Digo adeus à Formosa e ao Penedo do Guincho… Até à próxima vez que cá voltar…

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terça-feira, 4 de março de 2014

Deambulando por Belém

Dia de Carnaval… O sol meio brilha, meio se esconde… Apetece-me ir… mas onde? Pois bem… Fui até Belém!

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Deambulei por entre o Monumento aos Combatentes do Ultramar e a magnífica Torre de Belém, de onde uma gaivota observadora levantava voo…

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Passei a réplica do avião que levou Sacadura Cabral e Gago Coutinho (o das notas de 20 escudos, lembram-se?"!) a cruzar o Atlântico em 1922. De lá, observei a Ponte sobre o Tejo, que parece ligar o  Infante D.Henrique ao Cristo-Rei, que o recebe de braços abertos…

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Na marina, os barcos oscilam ao sabor do vento e da maré… E por ali outra gaivota pousa, aninhada, protegendo-se do vento… Mais à frente, aprecio o edifício do Centro de Investigação Champalimaud, rodeado de belos espaços verdes…

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Deambulando assim, disfarçada de turista, junto ao Tejo, neste dia de solarengo entrudo…

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Tockandar pra Santiago…

Depois do sucesso do caminho do ano passado, este ano ficámos com vontade de repetir a epopeia, mas por um outro caminho…
Este ano, decidimos dedicar mais tempo ao caminho e fazer um mais compridito… E assim, optámos por iniciar o nosso périplo em Chaves e ir andando, primeiro pelo Caminho Interior Português (que começa em Viseu) até apanharmos em Verín o Caminho Sanabrês (que começa na Granja de Moreruela, onde tem ligação com a Via da Prata). Confusos? Olhem para o mapa que já vão perceber!!

Mais em pormenor, em baixo…
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Portanto o plano era iniciarmos em Chaves uma viagem de 212km até Santiago, feita em 9 etapas, tal como aparece em baixo.
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Ao contrário do ano passado, em que juntámos um valente grupo de 8 amigos e familiares, este ano optou-se por algo diferente e um caminho que se tornaria mais intimista… Durante metade do caminho fomos só os 2. E em Ourense encontrámo-nos com a Graça, que nos acompanhou durante a restante metade.
E assim foi que no dia 1-Maio saímos de Lisboa, rumo a Chaves. Ao contrário do ano anterior, este ano decidimos ir de camioneta, comendo uma sandocha pelo caminho… E foi mesmo a meio do caminho que entretanto descobrimos que o GPS, com todos os trilhos e localizações já pré-definidas, tinha ficado em Lisboa!! Ui ka bom!!! Lá teríamos de fazer o caminho sem auxílios tecnológicos… Tudo bem… A partir de agora estávamos em modo aventura!! Sorriso Tockandar!!!
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Já em Chaves, ficámos na Residencial Bem-Estar, que se revelou um excelente alojamento. A sua localização, mesmo no centro de Chaves revelou-se óptima para o que nós pretendíamos, ao mesmo tempo que nos proporcionou uma noite de bom repouso.
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Mas antes da noite chegar, já que chegámos a Chaves pelas 15h00, ainda houve tempo para dar uma voltinha pela cidade… Passando pelo Forte de S.Francisco, Igreja da Srª da Lapa, Igreja da Srª do Rosário, Pelourinho, Igreja Matriz, Igreja da Misericórdia e Paços do Concelho…
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Tantas igrejas, mas nenhuma com a porta aberta… Onde raio iríamos nós conseguir arranjar um carimbo que oficializasse a nossa saída de Chaves? Subimos ao Castelo (também fechado), com a sua imponente Torre de Menagem e observámos as vistas…
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Decidimos dar um pulinho às Termas… Podia ser que a água (quente e salobra) nos desse alguma ideia… Senão, mais que não fosse, tirava-nos a sede!!
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Fomos até ao Tâmega, em busca de inspiração… Mas deixámo-nos levar pelas suas águas límpidas, pelas pontes, pelas poldras, pelos açudes, pela magia das folhas das árvores dançando com o vento…
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Seguindo o curso do rio, chegamos à Ponte Romana de Trajano, construída no séc. II.
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E entretanto, lembramo-nos… Então e se fôssemos à PSP de Chaves?! E assim foi que conseguimos o nosso primeiro carimbo oficial de Chaves, bem como uma valente explicação de um dos agentes que tinha já feito o percurso que iríamos iniciar no dia seguinte.
Com a credencial devidamente carimbada, fomos então jantar ao restaurante "O Lavrador".
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Depois do jantar damos uma voltinha junto ao rio, para desmoer…
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E decidimos então que no dia seguinte, em vez de seguirmos o caminho marcado, vamos iniciar o caminho junto ao rio, rumo a Vila Verde da Raia. Desta forma evitamos o alcatrão e partimos à aventura!! E agora, tockadormir, que amanhã começa o caminho!!