A Primavera está a chegar...

Daisypath Anniversary tickers

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O coelhinho…

Este será o primeiro post de uma nova rubrica…

Pinturas nas unhas!

Sim, não é só verniz, são desenhos que me fazem…

Já há algum tempo que não ia a esta nail-artist, mas realmente vale a pena!!

Disse-lhe que ia ter um rendez-vous romântico e ela sugeriu este coelhinho…

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E eu adorei!! E ele também!! Hehehe!!

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Caril de Risotto de Legumes

Mais uma receitinha antes que me esqueça como fiz…

Ora bem, é o clássico arroz de legumes, com tudo pra dentro da panela, só que desta vez aromatizado com caril!

E ficou bem bom!!!

O QUE LEVA:

  • 1 Alho-Francês
  • 1 Cebola
  • Gengibre (2 pedaços de 5cm)
  • 1 Cenoura
  • 250g de Abóbora
  • 1 Courgette
  • 1 Beringela
  • 10 Tomatinhos Cereja
  • 200mL de Arroz (pode ser Integral ou Carnarolli, ou o que vos der mais jeito!!)
  • 1 Lata de Leite de Côco
  • Caril Picante
  • Raspa de Limão
  • Ervas de Cheiro (Hortelã, Coentros, Alecrim, etc.)
  • Sal e Pimenta, q.b.

COMO SE FAZ?

  1. Picar a cebola, o gengibre e a cenoura e colocar no tacho com um fio de azeite, a temperatura média, com o tacho tapado (a ideia é estufar os legumes e não refogá-los)
  2. Cortar a abóbora, a beringela e a courgette em cubos e adicionar
  3. Cortar o alho-francês em rodelas fininhas e adicionar
  4. Quando os legumes estiverem molinhos, adicionar o tomate e o arroz
  5. Mexer bem e adicionar o Leite de Côco
  6. Temperar com o Caril Picante, sal e pimenta
  7. Deixar cozinhar o arroz e adicionar as ervas de cheiro e a raspa de limão
  8. Desligar o fogão e tapar o tacho, para os aromas se envolverem no final da cozedura
  9. E depois é só servir, com salada, ou chichinha ou peixinho… Como queiram!! É bom!!

Grãozada Oriental

Chamei-lhe assim porque leva grão… (Dah!!) E porque leva muitas especiarias, nomeadamente Garam Masala (uma mistura de várias especiarias que já se compra em pacotinhos).

E coloco aqui, antes que me esqueça como o fiz… Porque estava muito bom!!!

Então é assim:

O QUE LEVA?

  • 1 Beringela
  • 1 Courgette
  • 2 Alhos-Franceses
  • 3 Cebolas médias
  • 3 Dentes de Alho
  • 3 Cenouras
  • Gengibre (um pedaço com 5cm aprox.)
  • 250g de Tomatinhos Cereja
  • 1 Frasco de Grão cozido
  • 1 Iogurte Grego
  • 2 colheres de café de Garam Masala
  • Sal, Pimenta, q.b.
  • Ervas de Cheiro (Hortelã, Coentros, etc.)

COMO SE FAZ?

  1. Cortar a beringela e a courgette em cubos e colocar em água fria com sal (para não oxidar)
  2. Cortar o alho-francês em rodelas fininhas
  3. Picar a cebola, o alho, a cenoura e o gengibre e colocar no wok com azeite já quente
  4. Adicionar o gengibre junto com a beringela e saltear
  5. Baixar a intensidade do calor e tapar o wok, para os legumes estufarem
  6. Quando estiverem molinhos, adicionar os tomatinhos cereja (uns cortados ao meio e outros inteiros) e o grão cozido com o líquido
  7. Deixar estufar e adicionar o iogurte grego
  8. Colocar o Garam Masala, o sal e pimenta, e as ervas de cheiro picadinhas
  9. Quando estiver tudo cozinhado, é só servir com uma boa salada, ou a acompanhar chicha ou peixe (é só escolher!!)

E é muito bom e aromático!!

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Passeando pelo Serro Ventoso… sem vento

Pois foi… Passeámos pelo Serro Ventoso, mas sem grande vento… Um pouco de chuva, sim… Umas pinguitas… Nada de especial!! Só para lavar as flores…

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Isto porque tivemos uma sorte descarada!! Só começou mesmo a fazer vento e trovoada e a chover a sério depois de terminarmos a caminhada.

Caso fosse outro grupo, daqueles que pausam 1h para comer e descansar, bem tramados estávamos, que apanhávamos uma valente molha. Mas com esta malta, é sempre na esgalha, e acabámos a caminhada sequinhos!!!

Tão sequinhos, que tivemos de ir à tasquinha brindar a um belo passeio e ao guia galego e aos amigos, pois tá claro…

Quando saímos, o chão estava todo molhado… E a viagem de regresso foi feita com trovões e relâmpagos e chuvinha com fartura!!

Bem… Comecei pelo fim, agora tenho de voltar ao início.

Começámos a caminhada em Serro Ventoso, ali para os lados de Porto de Mós, Serra d’Aire e Candeeiros…

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Logo no início da caminhada passámos pelo

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um belo abrigo, com mesas e bancos corridos, fogareiro para quem queira, sombrinha e até bebidas…

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Se não havia malgas de verde tinto fruskinho, havia garrafinhas de whisky que os caminheiros lá deixam.

Tudo arranjadinho e em verso,

deixámos o nosso registo no Livro de Visitas e continuámos a viagem… Tockandar!!

Mais à frente encontrámos este amiguinho!! Mas descansem que ele não roncava mexicano!!

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Com esta expressão, só podia ser Tuga!!!

Passando por paisagens revestidas de rosmaninho, parámos ainda noutro cantinho fabuloso para merendar… A fome era tanta, que nem fotos tirei… Mas trata-se de um parque de merendas, muito bem esgalhado!!

Mais à frente, avistamos o ponto alto da serra. O Vale Grande!

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Parece estranho este nome, chamar Vale a um cume, mas é a vista, para onde todos olham, que lhe dá a “graça”!!

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Mais à frente, passamos a Pouchena.

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E tiramos a foto de grupo!

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Uns passos à frente e eis que uma companheira tropeça e catrapumba no meio do chão!!

“Ah e tal… Tás bem?”

“Tou, pois… Acho é que tenho o dedo partido!!!”

Partido não estava, mas o dedinho pequenino estava um pouquinho deslocado… Mas antes que alguém se afligisse, já se tinha colocado o dedo no sítio, preparado uma tala com uns pauzinhos, umas gazes e um bocado de fita adesiva e a nossa companheira lá avançou, de mão ao peito e a outra no bastão. Mulher rija e de fibra!!! É disto que esta malta é feita!!!

Continuamos este belo passeio, por entre flores roxas e brancas,

papoilas,

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e outras…

Uma caminhada verdadeiramente primaveril… Plena de aromas e pólenes…

Sim, quase que se ouvia aquela música, disco sound:

“Polen’s in the air… Everywhere I look around…” Hehehe!!

O nosso fotógrafo de serviço lá andava disfarçado, de máscara e óculos escuros, a apontar a câmara ao pessoal, na sua postura já característica!!

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Avançando pelos rosmaninhais a fora,

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Passámos por estes túneis,

Onde noutros tempos circulavam sobre carris os carrinhos que levavam pedras destes locais.

Vendo a luz lá do outro lado,

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Chegamos a mais uma zona de rosmaninho e alecrim…

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Não, ainda não era o paraíso, mas tinha aromas disso!!

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Se bem que à frente, se o vento mudasse, seria um problema…

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Não espirravam, mas tinham uma ligeira irritaçãozinha na voz!!

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Roncavam um bocado, mas creio que também era dos pólenes!! Afinal, ninguém lhes tinha dado uma máscara…

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Só favas, com rama, que havia lá perto e que eles adoraram!!

E passando por porquinhos tugas, rosmaninho, alecrim, muitas flores e bons aromas, estes amigos lá se esquivaram à chuva, trovoada e mau tempo em mais uma caminhada por bons trilhos…

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Adenda ao post da Peneda

Resolvi fazer esta adenda depois de ter falado com alguns companheiros que estiveram na Peneda na semana passada!!!

Então é o seguinte:

NÃO BEBAM ÁGUA DOS RIACHOS, NEM DAS LAGOAS, NEM DOS REGATOS!!!

Por muito fresca e apetitosa que essa água possa parecer, os problemas que daí advém depois são um bocadinho chatos!!

Houve malta que notou logo e se deixou ficar pra trás (das moitas) e houve outros que durante a semana andaram a correr (para o WC), uns com febre e outros com lábios que rebentaram…

Por isso fica o alerta!!

É que estas amiguinhas que por lá andavam,

deixaram as suas marcas pelo caminho e com certeza pelos cursos de água…

Realmente nunca se viu tanta bosta (Linda, como alguém lhe chamou).

Mais que a conquista do cume, aquilo foi a conquista da bosta!!

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Bom, mas como dizem que pisar bosta dá sorte, então somos todos uns sortudos!!!

Venha essa boa sorte!!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Os trilhos da Peneda

Foi um belo fds mais comprido na Peneda.

Pela Companhia, pelos Trilhos e pelo Bom Tempo que se fez sentir, foi um Sucesso!!

Arrancámos de Lisboa na 5ªF ao fim do dia para uma viagem de 4h30 até lá acima, à Peneda. Depois de uma bela e merecida paragem no Encanada, para comer o sarrabulho e os rojões (levando o que sobrou para as sandes do dia seguinte), ali mesmo ao pé da Ponte do Lima.

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Lá seguimos até ao destino, desviando-nos das vaquinhas

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E cabritas que havia na estrada, até chegarmos ao Hotel da Peneda.

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Mais concretamente ao Anjo da Guarda - uma espécie de “abrigo” com quartos que parecem celas, usadas para malta que vai em peregrinação até ao santuário que está adjacente ao hotel e é uma réplica do Bom Jesus de Braga.

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Com uma decoração espartana – somente um crucifixo, os quartos até nem são muito maus, desde que o quarto de cima esteja vazio… Caso contrário, ouve-se tudo!! Mesmo tudo!! Desde os passos no soalho até ao “serrar” pela noite fora!!!

E mesmo com as giestas nas portas, os diabretes andaram à solta, impedindo o soninho descansado…

Primeiro dia:

De manhã, após um belo pequeno-almoço, foi hora de reunir os caminhantes e avançar por essa bela serra a dentro.

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Partimos ali de bem perto da Gavieira e fomos seguindo por trilhos já marcados, outro “inventados” pelo nosso guia, que de acordo com os locais “Deve ser galego!!”, isto porque vai sempre pelas cruzes, em vez de seguir pelo trilho normal!!!

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Subindo sempre, atingimos o cume mais alto da serra, a 1416mt de altitude, não sem umas risadas pelo meio à pala de um certo spray que rapidamente tira as dores à malta, e que dá pelo inofensivo nome de “Elmetacin”.

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Agora digam isto em voz alta e já vão perceber o motivo da risada pegada!! Por isso é que as dores passavam tão depressa!!! Hehehehe!!

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Entre umas belas gargalhadas, começámos a descida, indo dar a S.Bento (não, não é o da Porta Aberta – que está sempre fechada) mas antes o S.Bento das malgas de verde tinto, “fruskinho” que soube que nem ginjas àquela malta sequiosa depois de tanto km já palmilhado.

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Voltando ao Hotel, e já com os duchinhos tomados, reunimo-nos para o belo jantar… Que teria sido melhor se as doses de posta não fossem enganadoramente duplas… Mas tudo bem!

A malta estava divertida e do jantar com tanta gargalhada à mistura, patrocinada pelo verde tinto, fica uma boa memória!!

E a seguir prometia-se a história do Rouxinol, contada pela MJ, mas ela escapuliu-se!! Nós bem nos sentámos no chão, tal qual meninos à espera de uma história antes de adormecer, mas nem isso a demoveu…

Contudo o JR, inspirado pelo momento, de repente solta a voz e lança-nos uma poesia do saudoso Ary dos Santos, recitada de olhos fechados e plena de sentimento, que ao soar o final “Poeta castrado, não!”, nos arrancou um forte e merecido aplauso. Estava contada a história para esta noite. E os convivas lá se recolheram (uns para os quartos, outros para os joguinhos de dominó e sueca).

Segundo dia:

Entre “ais” e “uis” das pernas que estavam frias, lá tomamos o pequeno-almoço. Depois avançámos para a 2ª caminhada em Castro Laboreiro.

Passando por belos exemplares desta raça canina nacional, seguimos um trilho já marcado e bem bonito, por sinal!

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Encontrámos garranos e garraninhos, e rãs, que nos deram um concerto de boas vindas à sua lagoa,

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Pontes romanas,

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E bicos de pato,

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Penedos e mais penedos,

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E riachos… muitos!

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Mas malgas de tinto verde fruskinho é que já não voltámos a apanhar!!!

Só por causa disso, desviámos do trilho e subimos ao Grande Penedo… imponente!

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Aí se almoçou e repousou, enquanto outros de nós subimos o penedo até lá bem acima!

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A vista era impressionante. E como se estava lá bem… O tempo tinha aquecido e até houve quem trabalhasse para o bronze!!

Mas lá tivemos que descer… porque a ideia era ainda tentarmos tomar o castro de Castro d’Aire de assalto, por trilhos nunca dantes caminhados…

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Contudo, o atravessar do rio, revelou-se um problema… Depois o nosso recitador de poemas desapareceu e quando se preparava uma missão de busca, lá aparece ele… suado e arranhado, mas bem! Por ali também não havia passagem… E lá voltámos ao trilho, olhando ao longe o castro e prometendo voltar ao ataque noutro dia…

De volta ao hotel, banhoca tomada e tockandar para Melgaço, que hoje é noite de tasquinhas!! A Feira do Alvarinho andava por essas terras e os Amigos lá foram… Mas ao chegar, vimos que aquilo era muito barulho para os nossos ouvidos…

Mas houve episódios engraçados, como quando um moço de Trofa, já bastante embriagado se abraçou ao JR e o JR a ele… E no final toda a gente lhe perguntou: “Mas conhecias o fulano?” e ele “Não!!” Mas pelo menos era amistoso!!

E a simpática mocita que nos atendeu e que queria ir buscar a máquina calculadora para dividir o total da conta por 10!!!

E mais coisinhas assim, que deram que rir até chegar a hora de dormir…

Terceiro dia:

Era o último dia… O dia de empacotar a tralha de volta para casa…

Mas primeiro foi altura de fazer novo percurso. Desta vez, mais um trilho marcado… O trilho da Peneda!

Começa com uma valente subida, por uma “estrada de pedra” que nos leva até bem lá acima, a um açude, de límpidas águas, que reflectem o céu e os penedos à volta, com flores à superfície da água…

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Depois, é só seguir o trilho e as mariolas, passando por árvores que morrem de pé,

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E construções “aranófilas” sobre os rios…

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Terminamos no santuário da Peneda, junto à cascata, para a foto de grupo.

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Aproveitamos para as despedidas, uns que vão para um lado, outros para outro…

Almoçamos em Ponte de Lima, depois de várias tentativas frustradas de encontrar almoço no Soajo. Voltamos ao Encanada, ficamos na esplanada, mesmo em frente ao rio, vendo desfilar os ranchos, trajados a rigor, com os cordões de filigrana de ouro ao pescoço, vendo os barcos a atravessar o rio, e após um valente almoço, lá seguimos viagem… para sul… para casa.

Entre lagoas e riachos de límpidas águas e campos coloridos de esmeraldas, safiras e ouro, caminhámos, soprados por uma brisa que consigo trazia as fadas da natureza, que aos nossos ouvidos sussurravam “Carpe Diem”.

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E certamente que aproveitámos bem todos os dias que lá estivemos!