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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Grande Rota das Linhas de Torres Vedras

Respondendo a um convite para um projecto que tem a ver com a Grande Rota das Linhas de Torres Vedras, juntei-me a uns amigos torreenses, e não só, para fazermos uma “verificação” do trilho existente, ou GR30. E foi assim que no sábado gordo de Carnaval, nos juntámos perto do Forte de São Vicente para iniciar esta “tarefa”!!

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Descemos do Forte até ao centro de Torres Vedras, passando junto ao castelo e nas suas ruas estreitinhas da zona mais antiga da cidade…

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Minutos depois estávamos no coração da cidade, passando junto ao chafariz dos canos, agora em reconstrução e pouco depois na Praça principal, onde, entre fachadas interessantes, encontrámos alguns cabeçudos políticos que muito poderiam aprender com o saudoso Joaquim Gomes.

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Depois de um pequeno “pit-stop” na afamada Fábrica Coroa, rendendo-nos ao aroma e não resistindo a levar connosco os tradicionais pastelinhos de feijão e a sua versão em grão de bico, passamos pelo Convento da Graça (então a Graça tem um convento e não diz nada à malta?!!) e pelo obelisco evocativo das Linhas de Torres, antes de deixarmos a cidade, passando sobre a via rápida e começando a subir pelo trilho marcado.

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Subimos e subimos por alcatrão, enveredando depois por um trilho que desemboca numa estrada, onde encontrámos uma placa da GR30… Para a direita iríamos para o Convento do Varatojo e para a esquerda para o Castro do Zambujal. Contudo, o trilho que tínhamos gravado no GPS enviava-nos, curiosamente, para o lado direito… Humm… Então e nós para que lado vamos?

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Depois de conferenciarmos em grupo, lá nos decidimos a seguir o trilho marcado no GPS, receando pelo outro trilho apanharmos mais alcatrão… E foi assim que rumando à estrada que conduziria ao Convento do Varatojo, lá apanhámos depois o desvio para o Castro do Zambujal, que nos trouxe a um belíssimo trilho que a dada altura passava por um denso bosque…

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Agora sim, caminhávamos soltos, por entre campos de cultivo,

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Sem alcatrão por perto, rumo ao Castro do Zambujal, um povoado fortificado que remonta a 3000 a.C.

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Aproveitamos o local para uma pequena pausa para biscoitos!! ;) E depois tockandar, que ainda temos muito que calcorrear!!

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Voltamos a apanhar mais alcatrão… E optamos por uma mudança de planos, deixando o trilho marcado, não indo ao Forte do Pelicano (Bateria de Pedrulhos) e subindo, um pouco a corta-mato, direitos ao Forte do Outeiro da Prata.

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Agora sim, lá no cimo temos um trilho muito bonito que nos leva do Forte do Outeiro da Prata, ao Forte do Cabrito e depois, com uma valente subida até ao Forte da Milharosa.

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De lá, começámos a descer, pelo meio  das vinhas e de flores.

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Passamos a Bateria do Outeiro de França, a Bateria da Ponte de Rol I, virando depois para o Reduto do Grilo, de onde avistámos ao longe o “Ninho dos Bitoques”. Era hora de almoço e o desafio foi lançado, tendo sido aceite por todos!! E lá fizemos nós um desviozinho para um valente almoço de “Corso Carnavalesco”!! Ora vejam lá a pinta do prato (ou da travessa)!!

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Tudo o que era preciso para animar este grupo de valorosos caminheiros: xixa boa, batatinhas, salada e fruta!! Até chantilly havia!!! E picante, do bom, (servido em garrafinha de orangina!!)

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Barriguinhas cheias, era altura de voltar ao trilho… Ainda houve quem falasse em apanhar o autocarro, mas nada disso!! A malta veio cá para caminhar!! Por isso, tockandar!!

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Como o RR ainda tinha de ir trabalhar nesse dia, optámos por apanhar a “via-rápida”, ou seja a eco-pista, sempre junto ao rio… Bom, com a brincadeira de irmos sempre junto ao rio, ainda acabámos por dar uma voltinha de mais de 2km… E depois acabámos por não subir à Baterias da Cruz, nem passarmos no Convento do Varatojo… Ficarão para uma próxima vez…

Chegámos finalmente ao Forte de São Vicente… E o que há de melhor para fazer depois de uma boa caminhada de 23,5km? Pescar os óculos de sol do PS, que caíram ao fosso!!

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E apreciar o magnífico por-do-sol do Oeste!!

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Grata a todos pela companhia e boa disposição reinantes!! E tockandar!!

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